Blogue informativo e comemorativo do centenário de nascimento do cineasta Manuel Guimarães (1915-1975)
sábado, 22 de abril de 2023
Guimarães no Porto
sábado, 12 de março de 2022
2 documentários na RTP Memória
A Terra e o Homem, de Manuel Guimarães (1969)
20 Dez. 2021 | temporada 2 Episódio 14 de 200 Duração: 14:27
Documentário de Manuel Guimarães, considerado desaparecido, e que foi localizado em 2016. Mostra a cidade de Vila Nova de Famalicão, através de filmagens que decorreram em 1968 e a homenagem feita ao republicano Dr. Nuno Simões.
https://www.rtp.pt/play/p8935/e586938/hora-cinemateca/1001990 PARTE 4
O Porto, Escola de Artistas, de Manuel Guimarães (1967)
Nov. 2021 | temporada 2 Episódio 2 de 200 Duração: 25:50
Aspetos da cidade do Porto. Seus monumentos e edifícios habitacionais modernos. Entramos no Museu Soares dos Reis e no Museu da Escola Superior de Belas-Artes e aí observamos obras dos mais representativos pintores e escultores do Porto, nomeadamente, Silva Porto, Henrique Pousão, Abel Salazar, António Carneiro, Teixeira Lopes, Vieira Portuense, Soares dos Reis e Constantino Fernandes. Na segunda parte do filme, travamos conhecimento com mestres ainda vivos tais como Dórdio Gomes, António Cruz, Guilherme Camarinha, Augusto Gomes, Amândio Silva, Martins da Costa e Júlio Resende que vimos trabalhando nos respetivos estúdios.
https://www.rtp.pt/play/p8935/e582352/hora-cinemateca PARTE 1
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Centenário de Bernardo Santareno
O Crime de Aldeia Velha, na Cinemateca: http://www.cinemateca.pt/programacao.aspx?id=13944&ciclo=1329
Folha de sala:terça-feira, 24 de novembro de 2020
O cinema utópico de Manuel Guimarães
Programa do Utopia Festival a decorrer online: https://www.festival-utopia.org/programa
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Centenário de Fernando Namora na Cinemateca
FILMES DE MANUEL GUIMARÃES
22/01/2020, 18h30
de Manuel Guimarães
Portugal, 1969 – 12 min
O TRIGO E O JOIO
de Manuel Guimarães
com Eunice Muñoz, Igrejas Caeiro, Mário Pereira, Barreto Poeira
Portugal, 1965 – 90 min
Produzido pelos Artistas e Técnicos Associados, a Tobis Portuguesa, António da Cunha Telles e Guimarães, O TRIGO E O JOIO é uma adaptação do romance homónimo de Fernando Namora, assinada pelo próprio escritor. Um drama sobre uma família de agricultores em que o chefe desbarata na feira o dinheiro destinado à compra de uma burra, indispensável à labuta no campo. A realização é despojada e moderna.
NASCI COM A TROVOADA – AUTOBIOGRAFIA PÓSTUMA DE UM CINEASTA
de Leonor Areal
Portugal, 2017 - 140 min | M/12
com a presença de Leonor Areal
O cineasta é Manuel Guimarães (1915-1975), que Leonor Areal apresenta neste documentário como “o principal cineasta neorrealista português” cujos filmes revelam “um olhar original sobre a sociedade portuguesa, escolhendo personagens consideradas marginais”: “o seu cinema é de índole trágica, mas também a vida do realizador, sacrificada à sua obra, espelha uma outra tragédia pessoal: a de um homem de talento que queria voar alto, mas teve de viver os ‘anos de chumbo’ da ditadura, sofrendo amargamente às mãos da censura.” A obra e vida de Manuel Guimarães cruzaram-se várias vezes com as de Fernando Namora e os dois mantiveram uma dedicada amizade que o filme de Areal aborda nomeadamente através da correspondência que trocaram e das imagens da adaptação de O TRIGO E O JOIO.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Dossier Manuel Guimarães na revista Cinema
"Esperança e fatalismo no cinema de Manuel Guimarães", por Leonor Areal
"Manuel Guimarães e o cinema neo-realista feita em Portugal", por Michelle Sales
Aqui: http://www.fpcc.pt/revista/cinema_44_opt20181219.pdf
terça-feira, 26 de junho de 2018
Lotação Esgotada em Leiria
"Da última fase da sua obra, concluída com CÂNTICO FINAL alguns anos depois, este filme de Manuel Guimarães (realizador e produtor) tem argumento e diálogos de Mário Braga a partir de uma ideia de Artur Semedo, fotografia de Abel Escoto e música de António Victorino d’Almeida. Trata‑se de um filme ambientado numa localidade fictícia, a Casconha, cujo cemitério local está cheio (“lotação esgotada”) sendo a construção do novo cemitério a grande obra do mandato do presidente da câmara, cujo corolário, a inauguração, é retardada pela vitalidade dos habitantes do município. Metáfora crítica da sociedade portuguesa da época, LOTAÇÃO ESGOTADA foi um filme particular e injustamente mal recebido na altura. Antecedem‑no as curtas‑metragens promocionais O RITMO NA VIDA (patrocinada pelo então BESCL‑Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa) e EXPRESSOS “LISBOA‑MADRID” (patrocinado pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses)."
https://www.teatrojlsilva.pt/evento/lotacao-esgotada/
Excerto de Lotação Esgotada aqui: https://vimeo.com/211646582/686683ddf8
Nasci com a Trovoada - excerto 2min 50i from Leonor Areal on Vimeo.







