segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Manuel Guimarães e a Geração do Novo Cinema, por Lauro António - com exibição de «O Trigo e o Joio»

Na próxima quinta-feira, dia 11 de Fevereiro, pelas 21h00, será exibido o filme O Trigo e o Joio, 1965 (94 min., M12), sob o tema Manuel Guimarães e a Geração do Novo Cinema, com comentário de Lauro António, realizador, crítico e ensaísta de cinema.



«Baseado na obra literária de Fernando Namora, o filme conta a história da família de Ti Loas, um homem sonhador que vive com dificuldade e cujo objetivo é juntar dinheiro para comprar uma burra e lavrar os campos para fazer uma bonita seara de trigo».

Esta sessão insere-se na programação complementar da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de abril de 2016.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Os cineclubes e a fita Vidas sem Rumo



No âmbito da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de Abril de 2016, o Museu desenvolve uma programação complementar que inclui um Ciclo de Cinema - Filmografia de Manuel Guimarães e Colóquios temáticos sobre a obra artística e cinematográfica daquele realizador e artista plástico.

No próximo dia 14 de janeiro, pelas 21h00, realizar-se-á mais uma sessão de cinema, com a exibição do filme Vidas Sem Rumo, 1956 (73 min., M12), sob o tema "Cineclubes", com comentário de Paulo Cunha, licenciado em História, doutorado em Estudos Contemporâneos e professor no Departamento de Comunicação e Artes da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior e na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes do Instituto Politécnico de Tomar.

Vidas Sem Rumo é uma história passada entre mendigos, estivadores e contrabandistas do cais de Lisboa. Gaivota é uma pobre tonta que sonha com um marinheiro que há de vir do fundo do mar. Pardal, um mudo que fala através da sua gaita-de-beiços, ama Gaivota e sonha ser esse marinheiro. Meia-Lua, um pequeno contrabandista que não consegue esquecer o seu passado marinheiro, vive com Marlene, irmã de Gaivota. Um dia, o choro de uma criança abandonada vai surpreender todos e alterar a vida desta pequena comunidade.

Entrada livre, sujeita à lotação da sala.

(informação da Newsletter do MNR)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nazaré e a censura


VILA FRANCA DE XIRA – No âmbito da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de Abril do próximo ano, o Museu desenvolve uma programação complementar que inclui um Ciclo de Cinema – Filmografia de Manuel Guimarães e Colóquios temáticos sobre a obra artística e cinematográfica daquele realizador e artista plástico.

Neste âmbito, no próximo dia 10 de dezembro, pelas 21h00, realizar-se-á mais uma sessão de cinema, com a exibição do filme Nazaré, 1952 (84 min.), sob o tema Censura no Cinema, com comentário de Leonor Areal, curadora da Exposição.

Nazaré tem argumento do escritor Alves Redol e conta a história da pobre comunidade piscatória da Nazaré, das suas tragédias, conflitos e dramas colectivos.

http://local.pt/portugal/exposicao-manuel-guimaraes-sonhador-indomito-em-vila-franca-de-xira/

sábado, 5 de dezembro de 2015

Entrevista sobre Manuel Guimarães

Entrevista a Leonor Areal por Paulo Alves Guerra no programa Império dos Sentidos de 3 de Dezembro de 2015 na Antena 2.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Retratos por "Gui" (Manuel Guimarães)

Fernando Namora e Bernardo Santareno

 
Quadros originais em exposição no Museu do Neo-Realismo,
pertencentes ao acervo da FBAUP - Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Intróito à exposição no Museu do Neo-Realismo


«Nos cem anos do seu nascimento e passados quarenta sobre a sua morte, Manuel Guimarães é ainda um quase desconhecido. Esta exposição vem fazer luz sobre um cineasta importante e ingloriamente malogrado.

Único realizador neo-realista do cinema português, deixou uma obra ímpar, construída tenazmente contra todas as adversidades e mutilada sem perdão pela Censura de antanho.

Manuel Guimarães morreu precocemente em 1975 – pouco depois de ter podido respirar a liberdade – e o último filme que rodou em 1974, já após a revolução, não pôde acabá-lo. Quem desaparece esquece, e assim a sua memória se diluiu no negrume torturado desses anos da ditadura que já ninguém queria lembrar, época triste, tempo sem regresso.

É a memória deste homem extraordinário, "indómito sonhador", como lhe chamou seu filho, que aqui se procura resgatar.»

(Texto de apresentação da exposição por Leonor Areal)

EXPOSIÇÃO patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de Abril de 2016
Rua Alves Redol nº45 2600-009 Vila Franca de Xira

Horário:
3ª a 6ª feira: 10h00 – 18h00
Sábados e Domingos: 10h00 – 19h00
Encerra às segundas-feiras e feriados
Telefone: 263285626 
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