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terça-feira, 26 de junho de 2018

Lotação Esgotada em Leiria

Hoje, é exibido no Teatro Miguel Franco em Leiria o filme Lotação Esgotada de Manuel Guimarães, integrado no ciclo dedicado a Miguel Franco.


"Da última fase da sua obra, concluída com CÂNTICO FINAL alguns anos depois, este filme de Manuel Guimarães (realizador e produtor) tem argumento e diálogos de Mário Braga a partir de uma ideia de Artur Semedo, fotografia de Abel Escoto e música de António Victorino d’Almeida. Trata­‑se de um filme ambientado numa localidade fictícia, a Casconha, cujo cemitério local está cheio (“lotação esgotada”) sendo a construção do novo cemitério a grande obra do mandato do presidente da câmara, cujo corolário, a inauguração, é retardada pela vitalidade dos habitantes do município. Metáfora crítica da sociedade portuguesa da época, LOTAÇÃO ESGOTADA foi um filme particular e injustamente mal recebido na altura. Antecedem­‑no as curtas­‑metragens promocionais O RITMO NA VIDA (patrocinada pelo então BESCL­‑Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa) e EXPRESSOS “LISBOA­‑MADRID” (patrocinado pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses)."

https://www.teatrojlsilva.pt/evento/lotacao-esgotada/

Excerto de Lotação Esgotada aqui: https://vimeo.com/211646582/686683ddf8

Nasci com a Trovoada - excerto 2min 50i from Leonor Areal on Vimeo.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Nasci com a Trovoada em Coimbra


Nasci com a Trovoada será projectado no Festival Caminhos do Cinema Português, no Teatro Académico de Gil Vicente, no dia 27 de Novembro às 17h30. Com a presença da realizadora.

domingo, 3 de setembro de 2017

Filme perdido de Manuel Guimarães recuperado e exibido na Feira do Livro do Porto





O filme "A Terra e o Homem", realizado por Manuel Guimarães (1915-1975) e que estava perdido, foi recuperado pela associação Confederação e será exibido na Feira do Livro do Porto, a par de um documentário sobre o cineasta.

Localizado em 2016 pela Confederação -- Coletivo de investigação teatral, um grupo fundado no Porto em 2010, o documentário, de 15 minutos, mostra a cidade de Vila Nova de Famalicão, através de filmagens que decorreram em 1968.

O filme será exibido pelas 19:00 de terça-feira, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, antes da projeção de "Nasci com a Trovoada -- Autobiografia Póstuma de um Cineasta", um filme realizado por Leonor Areal "a partir de filmes e textos de Manuel Guimarães", utilizando materiais de arquivo, de filmes, fotografias e artigos de jornal a cartas e diários para traçar um documentário "quase ficção" sobre o neorrealista, narrado pelo próprio cineasta.

A obra foi localizada na Escola Básica Dr. Francisco Sanches, em Braga, depois de um contacto do diretor, Jorge Amado. "Na altura da reformulação, o diretor liga-me a dizer que tinha pedido para reunir tudo o que era material de cinema numa sala", contou à Lusa Miguel Ramos, um dos fundadores da Confederação.

No meio do material encontrado, que foi depositado no Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM), estava uma fita "que dizia 'Ulisseia Filmes' e 'Homenagem ao Dr. Nuno Simões'".

"Achei estranho pelo formato, porque estava em 35mm, que não era projetado, só em salas de cinema, e não era uma reportagem, porque era muito grande para o ser", comentou Miguel Ramos, que ao assistir percebeu tratar-se de "A Terra e o Homem", o filme perdido de Manuel Guimarães, que o apontou "em duas anotações em listas biográficas".

O próximo passo foi telefonar a Leonor Areal, que se encontrava na fase final da montagem de "Nasci com a Trovoada", antes do depósito do filme e dos trabalhos de recuperação depois de um conjunto de "muitos fatores e muita gente a trabalhar junta" para um resultado positivo.

O restauro, levado a cabo no ANIM, foi financiado pela Câmara Municipal de Famalicão e foi outro resultado feliz do processo. "Explicámos que tínhamos a verba e íamos avançar, eles tinham um curso interno de recuperação em analógico e o filme foi por aí", revelou Miguel Ramos.

A película, "em ótimo estado", permite deixar a obra de Manuel Guimarães "completa", com um filme que "tem muito interesse, primeiro para Famalicão, que já tinha um do Manoel de Oliveira ('Famalicão', de 1941), que é um pouco mais pitoresco, enquanto este é um pouco mais direto, mais cru".

"Está muito bem filmado, é muito cru, porque o Guimarães é um neorrealista e quer ir para a rua e filmar aquelas pessoas em primeiro plano. É um documentário com tempo, a filmar a feira, e depois toca na tal homenagem ao Nuno Simões, um republicano que tem ainda hoje muita relevância", comentou.

A homenagem, que segundo as informações recolhidas pelo coletivo ocorreu a 09 de abril de 1968, foi levada a cabo pelo município de Vila Nova de Famalicão, concedendo ao republicano (1894-1976) a insígnia de "Grande Oficialato da Ordem de Benemerência".

É neste ponto que termina o documentário de Manuel Guimarães, até aqui considerado desaparecido, e que foi encomendado pela autarquia à Cultura Filmes, de Ricardo Malheiro. O documentário enquadra-se mais nos filmes "mais institucionais" da filmografia do realizador, embora tenha já "um cunho altamente neorrealista".

"Ele vai filmar para a rua, as pessoas, passa muito tempo na feira, interessa-lhe a paisagem, mas ele dedica muito tempo à feira, filmar as pessoas em primeiro plano, a vinda delas, o que é que se está a vender", apontou.

A equipa por detrás da recuperação também encontrou o negativo do filme, que se encontra "em muito mau estado", e está a preparar um texto sobre o filme, uma investigação apoiada pelas autarquias do Porto e de Braga, que será disponibilizado na Internet.

Nascido em 1915, em Albergaria-a-Velha, Manuel Guimarães destacou-se como cineasta neorrealista, tendo-se estreado com "O Desterrado -- Vida e Obra de Soares dos Reis", em 1949, antes de realizar uma das suas obras mais conhecidas, a longa "Saltimbancos", em 1951.

Antes de morrer, em 1975, na cidade de Lisboa, o cineasta criou longas e curtas-metragens, entre ficção e documentário, como "O Crime da Aldeia Velha" (1964) ou "A Costureirinha da Sé" (1958), além de "Tráfego e Estiva", em 1968, que foi o primeiro filme português rodado em 70mm.

Desenvolveu ainda atividade como pintor e caricaturista, numa carreira na qual viu, em várias películas, a censura 'cortar' várias cenas, devido à crítica social patente, como "Nazaré", de 1952, que contava com argumento do escritor Alves Redol (1911-1969).

Lusa

sábado, 2 de setembro de 2017

Duas estreias no Porto - 5 Setembro 2017



Integrado na Feira do Livro do Porto 2017

5 Setembro 2017 || 19h00
A Terra e o Homem (1969) de Manuel Guimarães
Nasci com a Trovoada - Autobiografia póstuma de um cineasta (2017) de Leonor Areal

Leonor Areal estreia no Porto o seu documentário “Nasci com a Trovoada”, e é projectado pela primeira vez no Porto “A Terra e o Homem”, um missing filme de Manuel Guimarães
Sessão apresentada por: Miguel Ramos (Confederação – colectivo de investigação e teatral) e Leonor Areal.

Duração total da sessão: 150min

Nesta sessão dupla, projectamos o documentário Nasci com a Trovoada realizado por Leonor Areal a partir de filmes e textos de Manuel Guimarães, cineasta neo-realista cuja obra foi estraçalhada pelo regime fascista português. O documentário baseia-se integralmente em materiais de arquivo: filmes, fotografias, artigos de jornal, cartas e diários. Manuel Guimarães é a voz do narrador que nos conduz através da sua vida e obra. Assim, o documentário transforma-se numa quase ficção, que os fragmentos de filmes escolhidos vão ilustrar.

A “Terra e o Homem” é um documentário do cineasta Manuel Guimarães (1915-1975), sobre Famalicão e a figura do republicano Dr. Nuno Simões (1894-1976). Esta obra considerada desaparecida, foi localizada em Braga no ano 2016 pela Confederação – colectivo de investigação teatral. Após trabalhos de recuperação e investigação que envolveram diversos parceiros em todo o país – Cinemateca Portuguesa, Município de Famalicão, Município de Braga, Municipio do Porto, Leonor Areal entre tantos outros, a obra volta a ser projectada a partir de Setembro de 2017.

Admissão gratuita

Evento facebook.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Cineteatro Alba apresenta documentário sobre a vida do cineasta Manuel Guimarães

 
Por Redação / Albergaria-a-Velha / terça, 29 agosto 2017 17:21 
 
O Cineteatro Alba apresenta na próxima sexta-feira, 1 de setembro, pelas 21h00, “Nasci com a Trovoada – Autobiografia Póstuma de um Cineasta”, documentário sobre a vida e obra do Albergariense Manuel Guimarães. A sessão contará com a presença da realizadora Leonor Areal.

“Nasci com a Trovoada” era um projeto de filme autobiográfico que Manuel Guimarães não chegou a realizar, mas que agora foi concretizado por Leonor Areal. O documentário baseia-se integralmente em materiais de arquivo: filmes, fotografias, artigos de jornal, cartas e diários. Manuel Guimarães é a voz de narrador que nos conduz através da sua vida e obra. Em diálogo com fragmentos dos seus filmes, esta “autobiografia póstuma” assume-se como uma outra ficção. 

Manuel Guimarães nasceu em 1915, em Valmaior, e foi o principal cineasta neorrealista do cinema português. Os seus filmes revelam um olhar original sobre a sociedade portuguesa, escolhendo personagens consideradas marginais, tais como saltimbancos, pescadores, vadios, prostitutas, estivadores, jornaleiros. "Nelas se espelha uma arte de sonhar, aliada a uma ética da resistência e à capacidade de sacrifício que nunca abandona a esperança", refere a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. Manuel Guimarães sofreu amargamente às mãos da censura e viveu alguns períodos de grande dificuldade, sobrevivendo com alguns documentários e diversos trabalhos plásticos. A morte apanhou-o a meio da montagem do seu filme-testamento “Cântico Final”, em 1975.

Leonor Areal estudou cinema na New York Film Academy, com uma bolsa de estudo obtida como prémio pela obra “Há Drama na Escola” (1993). Realizou diversos documentários, entre os quais “Geração Feliz” (2000), “Ópera Aberta” (2004), “Doutor Estranho Amor” (2005), “Fora da Lei” (2006), menção especial no Festival DocLisboa 2006, e “Aqui Tem Gente” (2013), prémio Melhor Documentário Português no Festival Filmes do Homem, Melgaço 2015. É professora-adjunta convidada na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (Instituto Politécnico de Leiria). Atualmente desenvolve um projeto de investigação de pósdoutoramento sobre censura no cinema português.  

 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

De volta à terra natal


Cineteatro Alba – Sala Principal
NASCI COM A TROVOADA – AUTOBIOGRAFIA PÓSTUMA DE UM CINEASTA
DOCUMENTÁRIO SOBRE MANUEL GUIMARÃES
Gratuito, sujeito a levantamento de ingresso e à lotação da sala
140 min. | M/12

Nasci com a Trovoada é um documentário, realizado por Leonor Areal, sobre a vida e obra de Manuel Guimarães, cineasta Albergariense, nascido em Valmaior em 1915, e que se destacou pela aplicação dos princípios ideológicos do neorrealismo na arte do cinema em Portugal. Na sessão, que contará com a presença da realizadora, será ainda exibido a curta-metragem “A Terra de o Homem” (1969), de Manuel Guimarães.

organização Município de Albergaria-a-Velha
programação Confederação – Coletivo de Investigação Teatral


Evento: https://www.facebook.com/CineteatroAlba/photos/gm.127482017887730/1630894253641779/?type=3&theater

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

"Nasci com a Trovoada" em Albergaria-a-Velha a 1 de Setembro


A programação do Cineteatro Alba arranca no dia 1 de Setembro, sexta-feira, com a apresentação do documentário “Nasci com a Trovoada”, uma autobiografia póstuma do cineasta Manuel Guimarães, nascido em Valmaior em 1915. A iniciativa contará com a presença da realizadora Leonor Areal.

http://cidades.com.pt/index.php/cidades/albergaria/item/2589-maria-joao-carlos-guilherme-e-orquestra-filarmonia-das-beiras-encerram-comemoracoes-dos-900-anos-de-albergaria-a-velha

Blogue do filme: http://nascicomatrovoada.blogspot.pt/

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Dois filmes na Cinemateca / IndieLisboa

"Nasci com Trovoada" em rima com "O Crime de Aldeia Velha" na secção Director's Cut do IndieLisboa, na Cinemateca a 9 e 10 de Maio.


Programa da Cinemateca em PDF aqui: http://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/maio-2017.pdf

terça-feira, 18 de abril de 2017

"Nasci com a Trovoada"


Era este o título de um projecto de filme autobiográfico que Manuel Guimarães não chegou a realizar e que agora se apresenta como "Autobiografia póstuma de um cineasta", realizado por Leonor Areal, e cuja estreia acontecerá a 9 de Maio, às 21h30, na Cinemateca, integrado na secção Director's Cut do festival IndieLisboa 2017.

O documentário baseia-se integralmente em materiais de arquivo: filmes, fotografias, artigos de jornal, cartas e diários. Manuel Guimarães é a voz de narrador que nos conduz através da sua vida e obra. Em diálogo com fragmentos dos seus filmes, esta “autobiografia póstuma” assume-se como uma outra ficção.

Outras informações em http://nascicomatrovoada.blogspot.pt

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Filmes sobre arte

Prossegue hoje o ciclo de cinema dedicado a Manuel Guimarães, com alguns dos seus documentários sobre arte, seguidos de debate.
Às 15h30 no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ciclo no Porto

Inicia-se hoje, às 21h30 no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto um Ciclo de Cinema de Manuel Guimarães, integrado, numa primeira fase, no IRI 2016 - Imagens do Real Imaginado - organizado pela ESMAD.

O ciclo terá continuidade depois na Casa das Artes, com organização do Cineclube do Porto.


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Colóquio e filme na Nazaré


«O Município da Nazaré assinala, em Setembro, o centenário do nascimento de Manuel Guimarães (1915-2015), o único realizador neorrealista do cinema português. Integrado neste evento, decorre, amanhã, no auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré, às 15h00, o colóquio “Descobrir Manuel Guimarães”, que irá abordar as raízes do realizador, o significado da sua obra e da sua luta pessoal.»

15h00 - Colóquio
Oradores:
Prof.ª Dr.ª Leonor Areal
Prof. Dr. Carlos Braga

E os testemunhos de nazarenos que presenciaram as filmagens do filme “Nazaré”.

16:00 - Visualização filme “Nazaré”-1952, 85 minutos, M/12 (integrado no ciclo de cinema)

Município da Nazaré: facebook

sábado, 10 de setembro de 2016

Ciclo de cinema na Nazaré

Abre hoje na Biblioteca Municipal da Nazaré a exposição itinerante sobre Manuel Guimarães, associada à projecção de dois filmes e um colóquio.
Dia 17, às 15h, colóquio e filme "Nazaré".
Dia 30, às 15h, filme "Vidas sem Rumo".


link: http://www.cm-nazare.pt/pt/noticias/centenario-do-nascimento-de-manuel-guimaraes-assinalado-pela-nazare

terça-feira, 19 de abril de 2016

Antes e depois do 25 de Abril + O Crime de Aldeia Velha

Rodagem de O Crime de Aldeia Velha, 1964 (foto col. Cinemateca Portuguesa)

No próximo sábado, 23 de Abril, pelas 16h00, será exibido o filme “O Crime de Aldeia Velha” (115 min.), realizado por Manuel Guimarães em 1964, precedido de comentário - sob o tema “Antes e Depois do 25 de Abril” - pelo produtor do filme, António da Cunha Telles, e por Leonor Areal, curadora da “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente até final do mês no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira.

Baseado em factos reais, o filme conta a história de um crime ocorrido nos anos 30, numa aldeia serrana do norte de Portugal. O filme começa com uma cena de exorcismo feita a um rapaz que, dizem as velhas, está enfeitiçado por Joana, a rapariga mais bela da aldeia, que suscita o desejo dos homens e a inveja das mulheres... e que será imolada pela turba.


António da Cunha Telles

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Colóquio sobre "A Época e a Obra de Manuel Guimarães" - sábado, 9 de Abril

Fotografia de rodagem de Saltimbancos (1951), col. Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema
O Colóquio “A Época e a Obra de Manuel Guimarães” decorrerá no próximo dia 9 de Abril, pelas 16h00, no Auditório do Museu do Neo-Realismo, contando conta com as presenças de José Manuel Costa, director da Cinemateca Portuguesa, de Fernando Matos Silva, realizador de cinema, e de Leonor Areal, curadora da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, que continua patente até 30 de Abril de 2016.

O colóquio é precedido da exibição de excertos do documentário “Nasci com a Trovoada” sobre a vida e a obra de Manuel Guimarães, realizado por Leonor Areal.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Documentários sobre Arte de Manuel Guimarães

Ruy Leal, Manuel Guimarães e Alceu Vinhas, o "Tripé", no seu estúdio comum no início do anos 30, no Porto.*
No próximo dia 10 de Março, pelas 21h00, realizar-se-á - no Museu do Neo-Realismo em Vila Franca de Xira - mais uma sessão de cinema, com a exibição dos documentários  “O Ensino das Belas-Artes”, 1967 (21 min.) eAreia Mar - Mar Areia”, 1972 (16 min.), sob o tema Manuel Guimarães e as Artes Plásticas, com comentário de David Santos, subdirector da Direcção Geral do Património Cultural.

“O Ensino das Belas Artes” é uma curta-metragem documental realizada pelo cineasta para a série “Portugal de Agora”, produzida pelo Secretariado Nacional de Informação (SNI), que se enquadrou nos filmes de propaganda do Estado Novo e centra-se na Escola Superior de Belas Artes do Porto, tendo sido filmado no Museu Soares dos Reis. Para além de mostrar as obras ali expostas dos artistas portuenses, pintores e escultores, Manuel Guimarães também filmou, nos seus respectivos estúdios, Dordio Gomes, António Cruz, Guilherme Camarinha, Augusto Gomes, Martins da Costa e Júlio Resende.

A curta-metragem documental “Areia Mar - Mar Areia” é uma retrospectiva da obra do escultor Joaquim Martins Correia, por ocasião de uma exposição organizada na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. 

*Fotografia proveniente do espólio de M.G. depositado na Cinemateca Portuguesa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Manuel Guimarães e a Geração do Novo Cinema, por Lauro António - com exibição de «O Trigo e o Joio»

Na próxima quinta-feira, dia 11 de Fevereiro, pelas 21h00, será exibido o filme O Trigo e o Joio, 1965 (94 min., M12), sob o tema Manuel Guimarães e a Geração do Novo Cinema, com comentário de Lauro António, realizador, crítico e ensaísta de cinema.



«Baseado na obra literária de Fernando Namora, o filme conta a história da família de Ti Loas, um homem sonhador que vive com dificuldade e cujo objetivo é juntar dinheiro para comprar uma burra e lavrar os campos para fazer uma bonita seara de trigo».

Esta sessão insere-se na programação complementar da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de abril de 2016.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nazaré e a censura


VILA FRANCA DE XIRA – No âmbito da exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de Abril do próximo ano, o Museu desenvolve uma programação complementar que inclui um Ciclo de Cinema – Filmografia de Manuel Guimarães e Colóquios temáticos sobre a obra artística e cinematográfica daquele realizador e artista plástico.

Neste âmbito, no próximo dia 10 de dezembro, pelas 21h00, realizar-se-á mais uma sessão de cinema, com a exibição do filme Nazaré, 1952 (84 min.), sob o tema Censura no Cinema, com comentário de Leonor Areal, curadora da Exposição.

Nazaré tem argumento do escritor Alves Redol e conta a história da pobre comunidade piscatória da Nazaré, das suas tragédias, conflitos e dramas colectivos.

http://local.pt/portugal/exposicao-manuel-guimaraes-sonhador-indomito-em-vila-franca-de-xira/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Programação complementar - Exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”


«No âmbito da exposição Manuel Guimarães, sonhador indómito, patente no Museu do Neo-Realismo até 30 de Abril do próximo ano, o Museu desenvolve uma programação complementar que inclui um Ciclo de Cinema - Filmografia de Manuel Guimarães e Colóquios temáticos sobre a obra artística e cinematográfica daquele realizador e artista plástico.
A escolha dos temas a debater nos colóquios, complementados com a exibição de filmes e documentários, assim como a visualização de alguns filmes de Manuel Guimarães integrados no Ciclo de Cinema, procura suscitar no visitante uma efectiva redescoberta de um cineasta e artista que amou o cinema sobre todas as coisas porque nele viu a possibilidade estética por excelência do século XX de dar forma a uma profunda paixão pela liberdade. Redescoberta. também, de um dilema - as relações entre o neorrealismo e o cinema - que ainda hoje continua a interpelar-nos e
que Manuel Guimarães tão bem materializou nos seus filmes, num percurso de mais de três décadas, criando assim uma obra única, apesar dos cortes impiedosos da Censura do Estado Novo.»
(da Newsletter do MNR - Nov. 2015)

Ciclo de Cinema | Filmografia de Manuel Guimarães
19 novembro’15 [quinta-feira] 21h00
Exibição do filme Saltimbancos, 1951 (92 min.).
Com comentário de Leonor Areal, curadora da exposição, sobre o tema Neorrealismo no Cinema.

Colóquio | Contexto Social e Artístico
21 novembro’15 [sábado] 15h00
Com as presenças de Mário Jorge Torres, Professor Associado no Departamento de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras e Investigador do Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa e de António Pedro Pita, Diretor Científico do Museu do Neo-Realismo.
Exibição do filme Fernando Namora, 1969 (12 min.).

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Saltimbancos em Albergaria-a-Velha

Sexta-feira, dia 6 de Novembro, ocasião especial para ver o primeiro filme do cineasta de Valmaior, Manuel Guimarães - 1915-1975, numa grande tela de cinema. É às 21h00 no Cineteatro Alba, onde continua patente até final de Dezeembro a exposição itinerante «Descobrir Manuel Guimarães».


Folheto de lançamento de "Saltimbancos", cuja estreia ocorreu no Porto em 24 de Outubro de 1951, no cinema Batalha, e depois em Lisboa, no Cinema Éden, em 25 de Janeiro de 1952.